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quarta-feira, abril 29, 2026
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Copasa reforça orientações sobre uso correto das redes de esgoto diante do aumento das chuvas em Carmo do Paranaíba

O início de ano está sendo bastante chuvoso na região e, com isso, a redação do Paranaíba Agora também entrou em contato com a Copasa afim de obter informações sobre os índices pluviômetros em Carmo do Paranaíba e em Rio Paranaíba. Através de nota, a Companhia informou que, do início de janeiro de 2025 até o momento, foram registraram 288 milímetros de chuvas em Carmo do Paranaíba e 130,4 milímetros em Rio Paranaíba. Considerando os últimos 30 dias, o volume foi de 525 mm em Carmo do Paranaíba e 432,40 mm em Rio Paranaíba.

De acordo com dados históricos da empresa, em Carmo do Paranaíba, no mês de janeiro de 2023, foram registrados 428 milímetros e de 225,7 em 2024. Em Rio Paranaíba, no entanto, os pluviômetros marcaram 288 milímetros em janeiro de 2024. Já o índice mais antigo referente ao município no ano de 2023 é do mês de abril, ocasião em que foram marcados 64,10 mm.

A Copasa esclareceu que, não opera o sistema de drenagem pluvial nas duas cidades, e ressalta que água da chuva e esgoto não devem se misturar e que lixo não deve ser descartado nas redes coletoras. Segundo a empresa, quando a água da chuva é indevidamente canalizada para as redes de esgoto, as tubulações não suportam e são rompidas pela pressão, situação que pode causar vazamentos e refluxos (retorno do esgoto para o interior dos imóveis) e até mesmo o deslocamento das tampas dos PVs (poços de visita – acesso às redes subterrâneas de esgoto) no meio das vias públicas, situação que pode levar a acidentes entre pedestres e motoristas que trafegam pela região.

“Vale ressaltar ainda que nem sempre um imóvel afetado pelo refluxo é o responsável pelo entupimento da rede, no entanto, se o mesmo se encontrar em um nível mais baixo da rua e os canos entupirem, ele é quem será prejudicado, portanto, a ação de um vizinho pode afetar o outro e assim sucessivamente”, destaca a nota.

Quando o uso do sistema de esgotamento sanitário é feito de maneira correta, os efluentes são encaminhados para a ETE, onde recebem tratamento adequado e são devolvidos à natureza sem a prejudicar.

Medidas simples previnem entupimentos das redes, extravasamentos e refluxos:

Jogar o lixo no lixo, e não no vaso sanitário;
• Canalizar a água da chuva para redes de drenagem pluvial, e não para o esgoto;
• Direcionar restos de comida, óleo e outras gorduras para reciclagem;
• Colocar telinhas nos ralos para evitar a passagem de linhas, fios de cabelo e restos de comida para o esgoto;
• Não violar as tampas dos poços de visita para escoar água da chuva ou lançar lixo.

Fonte: Copasa