
Neste momento, em conversa com os policiais, o acusado disse que não possuía nenhum documento da arma, sendo que havia comprado o revólver na cidade de Araxá pelo valor de R$7.500,00 com dinheiro adquirido com o auxílio reclusão, enquanto se encontrava cumprindo pena no presídio na cidade de Patos de Minas. O homem também falou que a arma seria usada para matar um desafeto, que inclusive havia lhe atropelado no último dia 30 de novembro. Carlos disse que no dia do atropelamento, um indivíduo conhecido como “Renato irmão do Pelota”, tinha o perseguido pelas ruas do Bairro Paranaíba com uma arma de fogo, sendo que em determinado momento o perseguidor conseguiu atingi-lo com o carro.
Em pesquisa realizada pelos militares ficou confirmado que um cidadão de Nome Renato Cassiano Aguiar havia registrado um boletim de ocorrência contra Carlos Henrique, onde o mesmo relatava ameaças de morte. Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado para a sede da 90ª Cia de Polícia Militar de Carmo do Paranaíba, onde permaneceu no local até a confecção do REDS. Sobre as munições, Carlos contou que havia entregado para um colega guardar antes de ser abordado. O autor ainda afirmou que se fosse preso novamente, independente do tempo que ficar no presídio, quando sair irá matar o desafeto. Carlos Henrique foi levado para Patos de Minas e entregue ao delegado de plantão.





















































