Empresários e funcionários protestam em Patos de Minas contra o novo decreto de fechamento do comércio

Comerciantes de Patos de Minas protestaram, na tarde desta sexta-feira (26), contra o fechamento do comércio na cidade. Para os manifestantes, o setor não é responsável pela disseminação do novo coronavírus. Além disso, eles também cobraram por mais leitos de UTI. A partir de amanhã (27), os serviços e setores considerados não essenciais estão proibidos de abrir as portas.

Em decreto publicado no início desta semana, o prefeito de Patos de Minas, José Eustáquio (DEM), aderiu integralmente ao programa “Minas Consciente”. Na região noroeste, da qual a Capital do Milho faz parte, sendo que o protocolo determina que apenas os serviços essenciais possam seguir funcionando.

Segundo os manifestantes, o comércio local não pode pagar pelo erro cometido por aqueles que furam o distanciamento social. A maioria entende que o grande problema na cidade é a reunião clandestina de pessoas, em chácaras e festas de família, que promovem aglomerações. Para eles “todo trabalho que gera o pão de cada dia é essencial”.

O grupo marchou pela Avenida Major Gote, com diversos cartazes criticando a condução da crise contra a COVID-19 em Patos de Minas. Na internet, lojistas fizeram transmissões ao vivo nas redes sociais e cobraram soluções da Administração Municipal.

Redação: Clube Notícias

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