Em plena pandemia e restrições de circulação parte da população de Lagoa Formosa ignora decreto

Parte da população de Lagoa Formosa parece não se preocupar com a propagação do novo coronavírus. Mesmo com o aumento de casos da doença COVID-19, na região do Alto Paranaíba nos últimos dias, um grande número de pessoas tem se aglomerado em estabelecimentos comercias, em sítios e chácaras na zona rural, mas, principalmente no orla da lagoa. Estas pessoas parecem não dar crédito para os decretos lançados pela administração, assim como não se importar com a campanha do “Fique em Casa”.

Na noite desta terça-feira (19/05) um internauta fotografou um grande movimento de pessoas na Avenida JK (orla da lagoa). Nas imagens é possível notar jovens que sequer faziam uso de máscaras. Os moradores daquela região da cidade confirmam que está cada vez maior a aglomeração de pessoas no local, sendo que, a grande preocupação é que essas pessoas se misturam e, depois voltam para casa e podem causar a disseminação do vírus.

Outra situação que tem deixado autoridades as preocupadas é o crescimento do número de eventos realizados na zona rural. As chácaras e sítios do município estão sendo usadas para reuniões festivas. Na curva do “barroso” lagoenses tem usado a estrada vicinal até para realização de Luau. Também alguns bares e lanchonetes estariam desobedecendo a forma de funcionamento estipulada pelo decreto municipal. Isso faz com que as pessoas que se preocupam com a pandemia sintam um grande desconforto, causando uma revolta naqueles que tem receio com a propagação do vírus.

A reportagem foi contatada também, por empresários do setor esportivo, como exemplo, as academias, sendo que eles manifestaram seus descontentamentos com a situação. Os donos e funcionários ressaltaram que o decreto os impedem de trabalhar e manterem suas obrigações financeiras, principalmente, com as necessidades de suas famílias, mas parte da população age como se estivessem vivendo a normalidade. Inconformados com os decretos que são em âmbito federal, estadual e municipal, os empresários do ramo aguardam uma solução para voltarem com suas atividades, mesmo que sejam com restrições.

Matéria: Vanderlei Gontijo

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